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O Legado do Espião – Mago: A Ascensão

13/12/2012

Um dos setores mais míticos na Teia Digital de Mago: A Ascensão é certamente o Legado do Espião. Esse lugar misterioso é cercado de boatos e histórias, embora ninguém possa afirmar qual a sua origem, a quem pertence ou quais as reais intenções de seus fundadores. O Legado parece-se com um bar grande, com portas que dão acessos a salas diferentes. Em suas mesas redondas e mezaninos, muitos negócios são conduzidos, fofocas trocadas e brigas decididas – embora os ânimos se exaltem, qualquer coisa violenta deve ser levada para o lado de fora. A verdade é que com o passar do tempo, ele se tornou um imenso ponto de encontro para a condução de negócios, uma bebida no fim do dia ou simplesmente diversão.

Como chegar ao Legado?

Existem muitas entradas espalhadas pela Teia Digital. É mais simples perguntar o caminho para alguém que já esteve lá, mas é possível procurar pela entrada sozinha, com mais dificuldade. Os conduites que levam ao Legado muitas vezes possuem pistas de seu destino, como um cheiro forte de uísque, ou pichações antigas nas paredes. Conforme o viajante se aproxima, o cenário se transforma: pode ser que a entrada se pareça com uma cidade abandonada de velho-oeste, ou um futuro distópico tirado diretamente de Blade Runner. Em geral a entrada está escondida em becos ou mal anunciada, frequentemente com nomes diferentes. Ao finalmente ser encontrada, a porta se abre para uma saleta pequena e decorada de forma a combinar com o exterior. O que nos leva ao próximo passo…

Quem é Maxine?

Na pequena saleta se encontra uma bela mulher. De cabelos loiros, olhar permanentemente entediado e mascando chiclete, Maxine não se impressiona com nada. Para o recém-chegado, Maxine é a guardiã das portas para o Legado do Espião. Para entrar, é necessário saber a senha – que muda de tempos em tempos, e de pessoa para pessoa.  No entanto, não há desespero se o viajante não souber a senha: ele pode entrar se aceitar pagar uma prenda, escolhida pela própria Maxine.

Muitas pessoas se perguntam quem é a Maxine. A resposta é difícil, já que aparentemente Maxine está em todas as entradas, dando conta de todos os clientes que entram no Legado. Não se sabe se a Maxine é um grupo de pessoas, ou talvez criações dos donos do Legado. O que é certo é que a moça é alvo de muitas lendas: muitos afirmam ter saído com ela, mas ninguém é capaz de confirmar que a Maxine tenha saído de seu posto, ou conseguir provas…

Quando a senha é dada, ou a prenda paga, Maxine revela a entrada para o Legado, finalmente.

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E agora que estou dentro?

O interior do Legado parece com um bar normal, a princípio – se você desconsiderar a quantidade de monitores mostrando as prendas pagas pelos recém-chegados, novidades e fóruns online. E claro, pela diversidade de ícones andando para lá e para cá…

O Legado possui muitas salas diferentes, cada uma sendo um setor separado. Cada uma delas possui suas próprias regras, e um cenário diferente. Muitas são públicas, embora haja a possibilidade de conseguir uma sala particular.

Para passar de uma sala a outra, o Legado dispõe de um mecanismo quase labiríntico, permitindo passagens secretas, entradas disfarçadas e necessidade de passagem por determinadas salas para entrar em outras. O comportamento desses labirintos é caótico, e apenas os funcionários do Legado parecem ser imunes ao seu efeito confuso, estando sempre onde são necessários, servindo bebidas ou algum outro serviço.

Espiões entre espiões

Talvez um dos pontos curiosos do Legado – e mais atraentes – seja o fato de que tanto magos Tradicionalistas quanto Tecnocratas são bem vindos. Não há distinção sobre quem entra, desde que aceite as condições da Maxine.

Muitas especulações surgiram ao longo do tempo para explicar a origem do Legado. No entanto, até hoje é impossível saber ao certo a quem ele pertence, ou como surgiu. Nem mesmo se sabe a origem dos funcionários, se são programas de computador ou pessoas reais.

O fato de que o controle de quem entra não é absoluto abre a chance de acabar ouvindo conversas interessantes no salão do bar, e a informação aqui se torna um bem precioso. É quase um jogo de gato e rato a tentativa de ouvir a conversa alheia, enquanto tentam conversar baixo o suficiente para a própria conversa não ser ouvida. Quem sabe o tipo de confusão poderia surgir de uma informação de um grupo rival mal interpretada? ;)

Fonte: Digital Web 2.0
Imagem: Digital Web 2.0 – página 63
Autora: Emi

Sobre Colaboração

Artigos publicados por leitores ou ex-autores do blog, que gentilmente colaboraram conosco ao longo dos anos. Artigos de opinião não necessariamente expressam a opinião das autoras do blog; traduções e resenhas têm suas informações checadas.

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