Drive Thru RPG

Ciberpunks – Adeptos da Virtualidade

04/10/2012

Nos anos 80, um novo tipo de ficção científica se tornou popular entre magos e Adormecidos. Chamada de “cyberpunk” (em português “ciberpunk”), esse gênero mostrava um futuro distópico e niilista onde as grandes corporações dominavam tudo. Apesar de muitos Adeptos da Virtualidade acreditarem que isso tudo não passa de uma fantasia melancólica e paranoica, ainda assim a consideram um grito de alerta.

Os Ciberpunks são um grupo de linha de frente na Guerra da Ascensão. Violentos, extremistas e cínicos, se abandonam ao uso de estimulantes e qualquer droga que melhore seu desempenho. Esses mercenários desdenham da carne e prefeririam viver em seus computadores eternamente. A legião ataca a Tecnocracia em toda chance que tem, de forma feroz. Apesar de não se associarem em grupos, são altamente perigosos quando o fazem, e suas reuniões indicam que algo grande está por vir.

A mágika Ciberpunk é simples, eficiente e tosca por excelência: O uso de Esferas como Forças, Matéria e Correspondência de formas absurdas é comum, além de rotinas pré-programas e religiosamente guardadas “para emergências”. Estes anarquistas não temem o Paradoxo. Além da chance de explodir e carregar algum Tecnocrata consigo, para que se importar? A própria existência é um paradoxo, e alguns Ciberpunks parecem gostar do visual deixado em seus ícones de forma permanente pela acumulação dele.

Esta legião (ou comumente chamada alt) agrega os sujeitos de aparência mais ameaçadora da Tradição, em geral. Punks e metalheads cobertos por roupas de couro, óculos de solda, penteados coloridos e pedaços de metal por toda a parte. Muitos entre esses são posers, mas felizmente eles vão embora cedo… da pior forma possível.

Autora: Emi
Fontes: Tradition Book Virtual Adepts 1st Edition, Tradition Book Virtual Adepts Revised, World of Darkness Wiki

Sobre Colaboração

Artigos publicados por leitores ou ex-autores do blog, que gentilmente colaboraram conosco ao longo dos anos. Artigos de opinião não necessariamente expressam a opinião das autoras do blog; traduções e resenhas têm suas informações checadas.

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